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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Confira a trajetória do rapper de São Paulo que conquistou a mídia geral 

Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido por seu nome artístico Emicida, é um dos rappers mais conhecidos no cenário atual. A princípio, o nome "Emicida" vem de uma junção das palavras "MC" e "homicida". Devido ao seu talento nas batalhas de rima e rodas de freestyle, os amigos de Leandro diziam que o paulista era tão bom que "matava" o oponente, dando origem ao apelido. 

O rapper, nascido e criado na Zona Norte de São Paulo, fala sobre diversos assuntos em suas músicas. Os temas vão desde sua infância, lugar onde viveu, pessoas com quem conviveu, inspirações musicais, a luta contra o racismo e até o amor.

O artista começou a se destacar na após o lançamento do clipe do single "Triunfo", produzido por Felipe Vassão. A produção concorreu ao Video Music Brasil 2009 na categoria "Melhor Vídeo", mas perdeu para "Sutilmente" da banda Skank. Porém, o paulista começou a ser visto como uma grande revelação do hip-hop nacional.

Neste "Disco a Disco", entraremos em mais detalhes sobre os álbuns de estúdio do artista. 

"O Glorioso Retorno De Quem Nunca Esteve Aqui" (2013)

Emicida letras
Lançado em 21 de agosto de 2013, o primeiro álbum de estúdio do Emicida é, certamente, o trabalho mais ambicioso da carreira do rapper até aqui. O álbum é de certa forma linear, alternando entre canções e versos proclamados pelo próprio Leandro e a autora destas poesias, Elisa Lucinda

"O Glorioso Retorno De Quem Nunca Esteve Aqui" é repleto de referências literárias, da cultura pop e artistas do hip-hop. No geral, o rapper disserta sobre a sua vitória no campo musical e na vida, além de falar em temas já recorrentes em suas composições como a luta contra o racismo, o amor e sua relação com a música e suas rimas.

Analisando o álbum como um todo, as canções e os versos proclamados contam a história de alguém que tem muitos sonhos apesar dos altos e baixos da vida. O material conta com a produção de Felipe Vassão e com diversas participações. O rapper - e mutas vezes colega de palco - Rael compartilha sua voz em "Levanta e Anda (Part. Rael da Rima)", canção que fez parte da trilha sonora oficial do jogo de videogame Fifa 15. 

A dinâmica mais interessante do álbum se encontra na sequência de duas das faixas. Em "Crisântemo", single que apresenta versos da mãe de Leandro, Dona Jacira, o MC descreve a perda de seu pai enquanto ainda era pequeno. O som é carregado de características do samba e uma letra forte que expressa todo o sentimento do rapper pelo pai. Em seguida, o clima fica mais leve ao transitar para a canção "Sol de Giz de Cera (Part. Tulipa Ruiz)", com pegada MPB e participação de Tulipa Ruiz, que mostra todo o carinho e felicidade que Leandro tem em ser pai.

Passando pelo single mais pop "Hoje Cedo (Part. Pitty)" com participação da cantora Pitty e fazendo uma ponta nos sambas "Trepadeira (Part. Wilson das Neves)" e "Hino Vira-Lata (Part: Quinteto em Branco e Preto)", o álbum conta ainda com a balada amorosa "Alma Gêmea (Part: Rafa Kabelo)" e um misto de rap com funk em "Gueto (Part. MC Guime)" com participação do MC Guimê. Isso mostra toda a versatilidade e mente aberta do artista em não se prender aos rótulos da mídia e gêneros musicais. Porém, esta "liberdade" gerou uma certa crítica negativa pelo público, que dizia que Emicida não estava mais fazendo rap e estaria se vendendo à mídia.

"Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa..." (2015)

Emicida letras
Depois de dois anos e uma viagem à África, o rapper traz um som mais maduro. Dá-se a impressão de que ele está totalmente confiante que esse é o seu trabalho mais completo até hoje, marcando 10 anos de carreira. 
O álbum, lançado em 7 de agosto de 2015, conta com a produção musical de Xuxa Levy e participação de músicos africanos.

Em resumo, Emicida traz influências de sua passagem por Cabo Verde e Angola, tanto na composição musical quanto em suas letras. Os principais temas abordados são a constante luta contra o racismo, o amor e a exaltação das religiões afro-brasileiras. Como de costume, as referências literárias estão por todos os lados, cada vez mais aprofundadas, o que demonstra o constante estudo do artista para trazer mais conteúdo em suas letras.

Apesar de apresentar tópicos "pesados", "Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa..." é um álbum completo, passando por diferentes ritmos: afrobeat, reggae e até mesmo a MPB.

Com participações de peso de Caetano Veloso em "Baiana (Part. Caetano Veloso)" e Vanessa da Mata no single de sucesso "Passarinhos (Part. Vanessa da Mata)", o material conta também com nomes em ascensão na cena do hip-hop, como AmiriDrik BarbosaRico Dalasam e outros na agressiva canção de oito minutos "Mandume (Part.Drik Barbosa, Amiri,Rico Dalasam, Muzzik e Raphão Alaafin)". Esta última possui uma batida mais marcada, quase marcial, que se assemelha à batucada proveniente das religiões com raízes africanas.

Destaque também para o single "Boa Esperança", canto de protesto que ganhou um videoclipe polêmico. Na produção, conta-se a história de escravos negros que se rebelam contra seu senhor e sua família.

Outros Lançamentos:


Emicida letras
"Pra Quem Já Mordeu Um Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe...", "Sua Mina Ouve Meu Rep Tamém", "Emicídio", "Doozicabraba e a Revolução Silenciosa" e "Criolo & Emicida - Ao Vivo" 

Não se pode esquecer que o que realmente fez o Emicida chegar onde chegou hoje foi o reconhecimento de suas mixtapes e EPs. 

A "Pra Quem Já Mordeu Um Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe...", lançada em 2009, é a mixtape de estreia do rapper, contendo o single "Triunfo". Com 25 faixas gravadas pela gravadora independente Laboratório Fantasma, o material possui músicas que são tocadas até hoje nos shows do artista, como "A Cada Vento" e "Outras Palavras".

O "Sua Mina Ouve Meu Rep Tamém" é o primeiro EP do rapper com apenas 6 faixas, lançado em 2010. O material é dedicado totalmente ao "rap de mina", que fala sobre o amor e relacionamentos, mas não possui muito reconhecimento. O título deste projeto faz menção à canção "Sua Mina Ouve Meu Rap" do Mc Marechal.

A "Emicídio" é a segunda mixtape da carreira do artista, lançada no final de 2010, trazendo participações de Rael e Kamau. Este último é uma das inspirações de Leandro. O material contém grandes músicas como a faixa-título, "Velhos Amigos" e "Então Toma", cujo videoclipe faturou o prêmio "Clipe do Ano" no Video Music Brasil 2011. 

O "Doozicabraba e a Revolução Silenciosa" é o segundo EP, lançado em 2011, que trouxe uma produção melhor trabalhada, comandada pelos beatmakers estadunidenses Beatnick e K-Salaam. Contém 9 faixas e participações de Rael e MV Bill. Destaque para o sucesso "Zica, Vai Lá", que ganhou um clipe com participação do jogador de futebol Neymar.

O Emicida também lançou em 2013 um projeto ao vivo em colaboração com o rapper Criolo, trazendo músicas de sucesso de ambos os artistas conhecido como "Criolo & Emicida - Ao Vivo". O material foi gravado no Espaço das Américas em São Paulo e disponibilizado em CD e DVD.

Link: http://www.vagalume.com.br/news/2016/02/08/disco-a-disco-emicida.html#ixzz3zln5bDOt
Essa australiana de 28 anos surpreendeu com "Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit". Seu álbum de estreia conquistou a crítica internacional, e marcou presença em quase todas as listas de "melhores de 2015".

Os fãs de rock independente também foram cativados pela música crua, porém acessível, de Barnett que não esconde seu débito para com o rock alternativo dos anos 90.

Ouça "Pedestrian At Best"






James Bay
James Bay letras
O cantor e compositor de 25 anos estourou no Reino Unido com seu primeiro álbum. "Chaos And The Calm" foi um dos discos mais vendidos do ano na Grã Bretanha e também cativou os americanos. 

A razão para o sucesso é simples: Bay canta e compõe muito bem, e faz uma música bastante madura para sua relativa pouca idade.


Ouça "Hold Back The River"





Sam Hunt
Sam Hunt letras
Com 32 anos, esse ex-jogador de futebol americano, chegou ao primeiro time da country music de seu país. A razão desse sucesso está em "Montevallo", o primeiro álbum do cantor, que já vendeu quase 1 milhão de cópias. 

A country não ortodoxa, feita por ele que abre espaço para influências de pop moderno, R&B e o hip hop agradou bastante e ele já ganhou vários prêmios em cerimônias importantes como o CMT Music Awards e o American Music Award. Será que ele também terá um Grammy?

Ouça "Take Your Time"





Tori Kelly
Tori Kelly letras
Essa jovem de 23 anos começou a chamar a atenção, quando começou a postar vídeos por volta de 2006 no YouTube. Como pode-se ver, a caminhada dela não foi exatamente meteórica e ainda teve alguns percalços no caminho, como uma eliminação precoce no American Idol.

Ela então começou a trabalhar com afinco em suas próprias canções. No ano passado o álbum de estreia, "Unbreakable Smile", um belo trabalho de música pop, foi lançado e chegou no segundo lugar na parada americana. 

Ouça "Should've Been Us"





Meghan Trainor
Meghan Trainor letras
A música de Trainor - uma curiosa atualização do pop do início dos anos 60 para o século 21 - pode não ser uma unanimidade entre a crítica especializada, mas o apelo dela junto ao público é inegável. A cantora vendeu mais de um milhão de cópias de seu primeiro álbum oficial e, somados, seus singles têm 17 discos de platina.

Dessa forma, a Academia pode acabar decidindo premiá-la, também para que isso sirva de estímulo para que ela alce voos maiores daqui para a frente.

Ouça "All About That Bass"



Link: http://www.vagalume.com.br/news/2016/02/10/semana-do-grammy-conheca-os-cinco-indicados-ao-premio-de-melhor-artista-novo.html#ixzz3zllSdueS

Conrado Bardi de Jesus Bueno: Nascido na cidade de Barretos (SP), desde muito pequeno Conrado já admirava e marcava presença em todos os eventos das festas do Barretão. Apaixonou-se pela moda de viola, demonstrando todo seu talento e paixão pela música. Conrado também toca acordeom, violão e gaita de boca.
Luiz Aleksandro Talhari Correia: Os pais de Aleksandro, nascido em Dourados (MS), contam que aos seis anos de idade ele já demonstrava gosto pela música, brincando com o violão que seu pai tinha em casa. Com 11 anos, Aleksandro ganhou seu próprio violão e, logo em seguida, uma viola. Ficou evidente a versatilidade e o talento do menino de Dourados com os instrumentos musicais.
Desde criança que Conrado era dedicado pela moda de viola demonstrando sempre grande paixão e sintonia com este instrumento, além da versatilidade em também tocar acordeom, violão e gaita de boca.
Quando ele se mudou de Barretos para Dourados, por meio de amigos, conheceu o Aleksandro, desde então os dois amigos decidiram seguir a tão sonhada carreira artística.
Também ainda criança, com uns seis anos de idade, Aleksandro apresentou a primeira impressão e gosto pela música, sendo que desde pequeno ele já brincava com um violão que seu pai tinha em casa. Aos 11 anos, ele recebeu um violão e em seguida uma viola e sempre demonstrou grande facilidade em lidar com estes instrumentos.
Então o destino fez com que ele e outro parceiro se encontrassem em 2003 e formassem uma dupla, foi o que aconteceu na vida desses dois artistas. Através de amigos, Aleksandro soube que havia chegado à cidade de Dourados neste dito ano, um jovem chamado Conrado, vindo de Barretos, que tocava viola.
Depois de se conhecerem, Conrado e Aleksandro resolveram formar a dupla, passando a apresentar-se em pequenos eventos e rádios da cidade e região. Aleksandro demonstrou grande capacidade em compor músicas e foi se aperfeiçoando.
Eles chegaram até gravar um CD demo no ano de 2005, mas devido a compromissos com estudos, o sonho foi adiado e só foi possível depois de quatro anos.
Em 2009, Conrado & Aleksandro puderam, enfim, dar asas ao sonho de levar sua música sertaneja por todo o Brasil. Seu terceiro cd lançado pela gravadora Som Livre, conta com a faixa “Certos Detalhes”, fruto da parceria com o cantor Luan Santana.
Em 2010, a dupla lançou o segundo CD da carreira intitulado de “Tour Ao Vivo”. Em 2011, Conrado & Aleksandro lançaram o primeiro CD gravado pela Som Livre intitulado de “Plano B”com regravações das músicas – “Afinal”, “Gravidade Zero”, “Fuso Horário” e “Cubanita”.
No ano de 2012 a dupla gravou o seu primeiro DVD “Ao Vivo em Maringá” e, em 2014, eles também gravaram seu quinto CD intitulado “Lobos” que também foi o nome da música principal do CD.
No final de 2015, Conrado & Aleksandro gravaram seu segundo DVD “Ao Vivo em Curitiba”. O novo DVD, foi gravado no Rodeo Country Bar, na cidade de Curitiba, no Paraná. O projeto contou com participações de Bruno & Barretto e Rionegro & Solimões.
Hoje a dupla é destaque no Brasil inteiro, sucesso nas rádios e nos palcos, frutos do seu belo trabalho.

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Foto e link:http://portalsertanejo.net/conrado-e-aleksandro-estilo-marcante-e-um-jeito-irreverente/
O Carnaval chegou ao fim e com ele, milhares de cantores e foliões soltaram a voz, entoando os grandes hits do período mais festivo do ano. Foram horas e horas exigindo muito desse instrumento tão importante para a comunicação, seja cantando os sambas-enredos das escolas de samba, marchinhas nos blocos de rua ou os sucessos de vários estilos nos trios elétricos. Com certeza, você já passou por isso ou conhece alguém que ficou rouco após uma maratona dessas.
Agora, pense nos cantores que tem na voz o meio de ganhar a vida. Se, ao longo do ano, eles já precisam ter cuidado com seu instrumento de trabalho, imagine no Carnaval. Conversamos com o preparador vocal Wilson Gava, que nos falou sobre como evitar problemas na voz, em decorrência desse esforço.
 Qual é a preparação indicada para o artista que vai enfrentar uma maratona de vários shows seguidos durante o Carnaval?
Wilson Gava: O cantor pode – e deve – tomar água durante a apresentação. É mito que isso pode desaquecer a voz, muito pelo contrário. Nosso corpo é formado por quase 70% de água e quando nos hidratamos tudo funciona melhor, inclusive a voz. Devemos evitar água gelada durante as apresentações. Isso às vezes pode ser refrescante, mas também pode gerar uma espécie de choque térmico e não vale o risco.
Maçãs fazem bem. Não é bom hábito comer muito antes de dormir, principalmente frituras ou alimentos de difícil digestão. Depois das apresentações a alimentação deve ser leve e incluir sucos, frutas e alimentos leves e deitar somente depois de uma hora e meia depois, no mínimo, para evitar o refluxo. Um dos maiores vilões para quem canta é o refluxo gastresofágico. De modo simples, esse é um fenômeno que pode acontecer quando deitamos com o “estômago cheio” e durante a noite o suco gástrico sai do estomago e ataca o esôfago e chegando a irritar a região laríngea e faríngea. Sem deixar nenhum gosto na boca, na maioria das vezes a pessoa nem percebe. O único sintoma é a voz que amanhece ruim, sem motivo aparente. Os cuidados também incluem exercícios de aquecimento e desaquecimento também.
O volume altíssimo do som pode fazer com que o cantor force mais a voz, causando problemas? Se sim, como evitar isso?
Não há como competir com 10 mil watts de som no grito. A voz não aguenta isso. Então cuidar do retorno, dos microfones e fazer uma boa passagem de som, privilegiando a voz, é essencial.
Há algum outro cuidado a ser tomado antes da apresentação em si?
Além das questões vocais, a preparação profissional para as ações do cantor, deve incluir uma atenção especial durante a escolha do repertório. Digo isso porque se o artista vai cantar por quatro ou cinco horas seguidas, ou mais, é fundamental que 95% do repertório esteja em tons confortáveis, para que ele “não force a voz”.  Estar bem preparado, é escolher bem as músicas e os melhores tons para a própria voz. Afinal, não há técnica vocal que resista há muitas horas seguidas de repertório em tonalidade errada.
Cantores de trio elétrico e os que fazem bailes sabem bem disso, principalmente aqueles que cantam com banda em formação clássica de carnaval (que incluem marchinhas), onde os músicos dos metais acabam escolhendo os tons que muitas vezes são muito agudos ou muito graves para o cantor. O ideal é que o cantor já prepare um set list (repertório) com a indicação de todos os melhores tons para os músicos. Em produções mais estruturadas o diretor musical pode dar uma grande ajuda nisso.
A preparação vocal em um período como o Carnaval por ex, é diferente daquele em um período “normal”?
De certa forma sim. Os cuidados vocais são os mesmos, mas a estrutura de um show convencional é bem diferente das apresentações no carnaval, onde o cantor canta por mais tempo, durante dias seguidos e com condições mais instáveis, em termos de palco. Quando o artista define o repertório para um show pode optar por alguns tons menos confortáveis em alguns momentos. Os shows são apresentações com menor duração e devem causar maior impacto. Tons mais agudos fazem isso e artisticamente valem a pena. O artista também conta com condições mais controladas de som e retorno, o que favorece performances vocais mais arrojadas.
As recomendações são iguais para qualquer artista, ou cada caso é tratado de forma individual?
Essas orientações valem para todos os artistas. Mas a preparação vocal é um caminho individual, que deve ocorrer durante a vida toda. Existe muita confusão a esse respeito ainda. Uma coisa é a saúde vocal: cuidar da voz, da saúde. Outro ponto é se aprofundar tecnicamente para tirar mais do próprio corpo em termos de qualidade vocal. Por último, o aspecto artístico. Esse representa entreter melhor, usar todos os recursos da voz e do corpo para tocar mais as pessoas com a música que se faz. Esse deve ser o maior objetivo de qualquer artista. Esses três aspectos estão ligados, mas são coisas diferentes e podem ser aprimorados.
Nada disso cancela o mérito do dom. Muito pelo contrário, esse é o caminho da excelência artística. É parecido com o esporte. Já foi o tempo que alguém descobria um craque, e colocava o jogador em campo. Hoje existe uma equipe de preparadores, de estratégias de equipe, de tecnologia que envolve o esporte no mundo todo. Não é só raça. É raça com trabalho profissional e tecnologia. Por isso a vida útil do atleta aumentou e o esporte ganhamos uma geração de superatletas. Assim é na música também.
Por esses motivos que todo artista deve estudar, não só voz e corpo, mas tudo. Deve ser um buscador da essência de tudo o que vê. Deve conhecer a vida e a si mesmo de modo profundo. O verdadeiro artista é um tipo de líder, é quem dá a direção. É alguém especial que deve deixar a sua marca no mundo, pela diferença que é capaz de gerar na vida das pessoas. Independente de aula ou preparação eu considero que um verdadeiro artista nunca deve se considerar pronto. A arte está ligada às formas de expressão, ao momento em que vivemos e ao que somos. E essa busca nunca acaba.
Caso esses cuidados não sejam seguidos, há chance de o cantor desenvolver problemas vocais em curto prazo?
Sim. Existem diversos tipos dos chamados “calos nas cordas vocais” que se pode evitar. Quem canta profissionalmente não deve conduzir os cuidados vocais de modo amador. A voz é o bem mais precioso de qualquer cantor, ator, palestrante, professor ou orador. O Brasil é um dos líderes quando o assunto é voz profissional e estética vocal. Costumo receber pessoas do mundo todo em meu estúdio. Algumas universidades brasileiras contam com pesquisas pioneiras nesse campo.
Mesmo para quem não é cantor, a voz deve estar mais consciente. Ela influencia todas as nossas relações. Não adianta ter uma boa imagem maravilhosa e uma voz ruim. A nossa voz é a nossa imagem sonora no mundo. A pessoa cresce quando se apresenta bem e fala bem, com uma boa voz. Muita gente investe mais em roupa do que em voz. A boa notícia é que a voz, além dos aspectos da saúde, pode ser aprimorada e muito desenvolvida. Aliás o grande segredo para uma carreira de sucesso é o trabalho. Eu digo que não há azar que resista ao trabalho.
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Nessa semana, a cantora Paula Fernandes disponibilizou, em sua página no Facebook, o making of do clipe de “Piração”, sua atual música de trabalho. No vídeo, são exibidas cenas dos bastidores das gravações e as diversas transformações pelas quais a cantora passou para interpretar várias personagens.
Em 2 minutos e 20 segundos, é possível ver que o clima durante o registro das cenas foi tão alto astral quanto o visto no resultado final do vídeo. Também vemos que, entre um take e outro a mineirinha não deixou de atender aos pedidos de fotos dos presentes.
Confira:
Lançado em 14 de janeiro, o vídeo de “Piração” ultrapassou a marca de 600 mil visualizações. A produção é bem diferente de tudo que Paula Fernandes fez até agora. O clipe retrata uma típica noite em uma casa de shows e os vários tipos que circulam pelo lugar, como a fã, a camareira, a dançarina e, claro, a cantora, todas interpretadas por Paula.
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Um fato novo chama atenção na indústria fonográfica norte-americana: pela primeira vez na história, a venda de álbuns de catálogo (com, no mínimo, um ano e meio no mercado) superou a venda dos novos.

 A informação foi confirmada pela Nielsen, empresa que faz a contagem das vendas de discos publicadas semanalmente pela revista Billboard.
Os dados se referem a 2015, mas não há detalhes sobre qual seria o motivo para essa virada. Uma das hipóteses está relacionada ao boom dos serviços do streaming. Com cada vez mais usuários, muitas pessoas poderiam ter optado por ouvir os lançamentos através desses serviços, ao invés de comprar o álbum, seja em uma loja física ou digital.
O crescimento do streaming provocou até uma mudança na maneira que a RIAA (Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos) certificará os trabalhos. A partir de agora, as reproduções nesses serviços também valerão  para conceder Discos de Ouro ou Platina.

 “Modernizar nossos prêmio para incluir o streaming de música é o passo lógico na evolução contínua dos prêmios de Ouro e Platina, e assim permite que a RIAA recompense melhor os sucessos dos discos de hoje”, diz Cary Sherman, presidente da associação.
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Após seis anos de produção, Renato Teixeira e Almir Sater, finalmente, colocam o álbum “Ar’ no mercado. Gravado em Nashville (EUA), o trabalho foi produzido pelo experiente Eric Silver, que já trabalhou com nomes como Shania Twain, Donna Summer e Cindy Lauper.
Batemos um papo com Renato Teixeira, que nos falou sobre como foi o processo de produção do trabalho nos Estados Unidos e a relação com os novos artistas, entre outras coisas.
Portal SUCESSO!: Há 6 anos o repertório do disco está sendo lapidado e em dezembro tivemos a chance de apreciar o trabalho com a incrível parceria de Almir Sater. Mesmo depois de tanto tempo, você acha que algo poderia ser modificad1o no resultado final? Ao ter a certeza que o trabalho se tornaria um disco, vocês já estavam 100% satisfeitos?
Renato Teixeira: O trabalho nunca fica completamente pronto. Os nossos seis anos serviram pra gente amadurecer as ideias e acomodar as intenções.
Há alguma faixa que seja a sua preferida e que tenha uma história marcante para você?
“Peixe Frito” é uma das minhas preferidas. Conta o dia a dia das pessoas se relacionando com a terra e tem uma visão de felicidade simples que eu acho muito verdadeira e generosa.
Por que a escolha de gravar todo o disco em Nashville, a capital da música country nos Estados Unidos? Houve algum grande conselho do produtor Eric Silver que vocês ainda não tinham levado em conta?
O Eric é nosso amigo há muitos anos e sua presença foi uma espécie de garantia de que o trabalho sairia. Eu e Almir viajamos muito e não temos o total controle sobre nossas agendas. O Eric, alem de amigo e parceiro, nos conhece muito bem e isso facilitou tudo. Nashville entra na história por mera conveniência. O controle de brasilidade do disco devemos ao Skype que criou a interação entre todos nós.
Estamos em uma geração em que muitos artistas surgem da internet. Você acompanha os novos artistas do gênero? Qual sua opinião sobre possíveis parcerias de artistas consagrados como você e Almir Sater, com novos talentos?
A música agora está vivendo um novo momento, diferente de todos os outros. A internet modificou todas as relações e redefiniu os paralelos. A tribo musical aumentou e está mais unida. Eu e Almir sempre que podemos estamos conversando com a moçada nova, pois somos vistos generosamente por eles como autores de trabalhos referencias dentro da moderna música rural brasileira.
O público pode esperar shows de vocês juntos? Agora, quais são os maiores planos para a divulgação deste trabalho?
Por enquanto eu e Almir estamos nos concentrando na divulgação do trabalho. Os shows, se houverem, serão consequência do sucesso do CD.
Ouça o disco “Ar” no Spotify:
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Foto e link:http://www.portalsucesso.com.br/noticias/renato-teixeira-e-almir-sater-lanca-o-album-ar

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